quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Sonho...


Eu senti o beijo quente nas minhas bochechas, e o peso do seu corpo sobre o meu me despertou do sono, deveria ter ficado furiosa, sempre odiei quando me acordavam... Mas depois de apertar os olhos e descobrir que quem me despertava era você, só dei um sorriso de lado tentando adormecer enquanto te abraçava com os olhos fechados sentindo apenas teu cheirinho gostoso se misturando ao meu. 
Por um minuto a realidade veio a minha cabeça e eu lembrei que havia pessoas na casa, minha mãe, meu pai, a empregada, minha irmã  que provavelmente dormia na cama ao lado, olhei assustada, mas não vi ninguém além de nós dois no quarto, a movimentação pela pequena abertura da porta parecia ser grande, mas tive a impressão que ninguém lá ligava para o quarto onde eu me encontrava. Senti um beijo em meu pescoço e esqueci novamente da realidade lá fora. Tentei tira-lo de cima de mim e ajeita-lo ao meu lado, pois se alguém chegasse talvez eu conseguisse esconde-lo com meu corpo magricelo. Talvez.
Ele enlaçou minha cintura com os braços e respirava forte em meu pescoço enquanto envolvida por ele e seu cheiro eu adormecia em seus braços. Soltei um suspiro e um sorriso tomou conta da minha face, assim era amar alguém? Dormir em conchinha trazia aquela sensação tão boa? Aquilo era se sentir amada? E como ele conseguiu entrar assim, no meu quarto, na minha casa, sem que ninguém notasse sua presença?  Pelo que me lembrava tinha ido dormir ontem e minha companhia era meu macaco de pelúcia e minha irmã que dividia o quarto comigo.  Perdi-me nos pensamentos, senti o cheiro, o calor, o corpo, o beijo e fui sendo derrubada pelo sono outra vez...
De repente senti minha cabeça latejar, abri lentamente os olhos e olhei pra porta em desespero, será que alguém o teria visto ali? Virei para olha-lo e assustei-me, onde ele estava? Nem seu cheiro eu sentia mais naquele cômodo. Eu estava sozinha, meu pai já tinha ido viajar, minha mãe trabalhar, e minha irmã estudar, e ele... Bem ele provavelmente sumiu, por que essa era minha realidade não? Momentos como esse que eu cheguei a achar que era verdade, só existiriam em meus sonhos, nos meus mais belos sonhos.
Tinha sido a primeira vez que aquilo tinha me acontecido, um sonho tão intenso que eu acreditasse lá no fundo que fosse real... Fechei os olhos e agradeci a Deus, pelo sonho tão feliz que ele tinha me proporcionado naquela manhã. Sorri relembrando o cheiro, o toque, o carinho, o beijo... Sorri para o nada em meu quarto e me levantei afinal a realidade me esperava lá fora. Uma realidade não tão doce como meu sonho, mas quem sabe eu não poderia transforma-la com o tempo, não?  Por que, no final, nós é que escolhemos como viver nesse mudo sem fim.

domingo, 21 de outubro de 2012

FAST FASHION



Oi gente, hoje é o primeiro dia do blog e vou começar me apresentando, ok? Sou Fernanda Cabral, moro no interior do estado de Pernambuco. Gosto de ler e escrever e olho muitos blogs de moda e beleza e por isso eu vou trazer tudo que eu aprendo e vejo por aí para vocês. No post anterior (logo aí embaixo gente!) eu trouxe um texto de minha autoria. Espero que vocês leiam e gostem, para me deixar informada podem deixar suas criticas, vou ler e melhorar de acordo com o que vocês estejam falando.


Bem... Chega de falar de mim por aqui, por que vocês conhecerão Fernandinha de acordo com as minhas postagens. Vim aqui falar sobre Fast Fashion que traduzindo para o brasileiro significa moda rápida, são lojas como Renner, Riachuello, Marisa Hering e C&A. Lá sempre vai ter as tendências atuais de moda e por um preço bem mais em conta.


Eu por exemplo sou menor de idade e sustentada pelos meus pais, minha família é humilde e por isso não é sempre que eu vou poder sair desfilando por aí com roupas de marca, portando as Fast Fashion são a minha salvação. Fico na moda sem ter que matar meus pais do coração quando chegar à fatura do cartão de crédito no fim do mês.  Uma dica que eu dou é que vocês fiquem sempre ligadas nos sites de moda e peguem as principais tendências e quando forem comprar em alguma dessas lojas se joguem na criatividade e montem looks muito bacanas. Ajuda também chamar a BFF e ter um dia diferente, divertido, fashion e o melhor suuuuuuuuper econômico, para as duas.


Só não vale ficar encanada por ver uma amiguinha com roupa de marca e você sem. Roupa de marca famosa é legal? Claro que sim, mas você ter criatividade suficiente para pegar algo simples e transforma-lo em algo espetacular é bem mais gratificante. Pode parecer clichê (e é!) , mas funciona: Não é a marca da sua roupa que vai importar, nem muito menos se você ta usando a última tendencia, o que realmente importa é o se caráter e você se sentindo bonita é o que conta no final ;)





Aproveitando o post que é falando de Fast Fashion, ontem fui à C&A e a nova coleção está um ARRASO! É a “Poderosas do Brasil” várias peças lindas, com um toque meio tropical e super coloridas. A cara do verão. Vale a pena passar lá e conferir. 






 Beijinhos gente , bom final de domingo para vocês e até o próximo post :*





Por que tinha que ser você





Eu queria que você me ligasse à noite, naqueles dias que a gente mal se falava durante o dia. Ligasse-me enquanto eu estava em casa pensando com quem você poderia estar naquele momento. Ligasse para me mostra que apenas me queria, nem que fosse só para escutar minha voz.
Naquela noite em especial, eu me sentia culpada por não termos conversado direito, e na verdade a culpa foi toda minha mesmo. Por pura e idiota vergonha. Naquela noite eu pensei em te ligar e fazer alguma pergunta idiota só para escutar sua voz, você me responder e eu dormir tranquila, por que tudo estaria bem. Ensaiei nossa conversa por horas em minha mente, e a cada toque do celular uma palpitação dentro do peito fora do comum me consumia, e logo depois o peso sobre os ombros, logo depois de conferir e ver que não era você que me ligava.
A vergonha que costumava me acompanhar ultimamente me impediu de te ligar naquela noite, mais uma noite com uma dor no peito. Pelo menos eu achava isso. Meu celular tocou mais uma vez, e eu não fui tão ansiosa como antes, mas por dentro confesso que meu coração pulou de alegria. Um bom sinal?  Talvez sim, por que a palavra: “desconhecido”, que apareceu na tela do meu celular já me era familiar demais.
Sorri de canto, e atendi confirmando a minha suspeita, era você para falar de um assunto muito bobo. Mas não me importava, qualquer assunto bobo se tornava interessante, qualquer minuto de conversa se tornavam horas, me satisfaziam... Por que era com você. E eu te amava, é acho que era isso. Eu te amava e só necessitava de reciprocidade para me satisfazer.